Intercâmbio para os filhos: 5 perguntas que os pais se fazem

Entre as vantagens do intercâmbio para crianças e adolescentes estão, sobretudo, o aprendizado de um idioma, além de tonar seu filho mais independente

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Qual a idade certa? Quanto tempo ele deve ficar em outro país? Ele vai sozinho? O que fazer se ele ficar doente? Vale mesmo o investimento? 

1) DEVO ESPERAR MEU FILHO SER MAIOR DE IDADE PARA DEIXÁ-LO FAZER UM INTERCÂMBIO?

Não existe uma idade ideal para se fazer intercâmbio, algumas escolas no exterior aceitam crianças a partir de 7 anos. Mas cada caso é um caso, Fabiana alerta sobre a importância da participação dos pais na avaliação do perfil do filho e assim definir qual o momento certo para essa experiência.

“Um sinal que eles já estão prontos para fazer um intercâmbio é quando eles viajam com os amigos no final de semana e se adaptam fácil”, explica.

As vantagens de fazer um intercâmbio desde cedo é que a aprendizagem de um novo idioma é bem mais fácil, além de tornar a criança mais independente e proativa.

2) QUANTO TEMPO MEU FILHO DEVE FICAR ESTUDANDO NO EXTERIOR?

Pode ser duas semanas, seis meses ou até um ano letivo (no caso do High School). Existem muitas opções que atendem a necessidade de cada família. Neste momento, pais e filhos devem conversar e avaliar não só o perfil da criança e do adolescente, mas também a questão financeira e os objetivos do intercâmbio.

“O Intercâmbio Teen, curso de curta duração, é excelente para que os filhos tenham um primeiro contato com outras culturas e com uma nova língua durante o período de férias escolares”, comenta a especialista.

“Uma outra opção é o adolescente fazer o Ensino Médio no exterior, o High School. Neste programa, ele ganhará mais fluência e terá uma educação diferenciada que trará benefícios pessoais e profissionais. Os pais só terão que aguentar um pouco a saudade, mas a vantagens serão para toda vida” exemplifica Fabiana.

3) MAS MANDAREI MEU FILHO SOZINHO PARA OUTRO PAÍS?

Para quem não quer que o filho viaje sozinho ainda, a agências oferecem a opção em que ele não estará só nessa viagem. Procure uma agência de sua confiança (peça indicações) e questione sobre intercâmbio para menores de 18.

Segundo um especialista, uma opção interessante para resolver a questão de deixar o filho sozinho em outro país é optar pela moradia em Casa de Família, lá a criança terá o suporte de pessoas da própria região.

4) IMPREVISTOS ACONTECEM, NÉ?

Muitas vezes os preparos começam muito antes da viagem em si, mas e se acontecer um imprevisto antes do embarque? O especialista em seguros, Renato Spadafora, comenta sobre a importância do seguro mais completo.

“As agênais oferecem um produto exclusivo para essas ocasiões. Como os pais podem comprar um intercâmbio com muita antecedência, alguns seguros protege o investimento, caso algum imprevisto impeça o adolescente de viajar na data prevista, ou mesmo tenha que cancelar a viagem. Um exemplo disso é um eventual cancelamento por problemas com visto ou em caso de reprovação em matérias”, comenta Spadam.

5) ESSA EXPERIÊNCIA FARÁ MESMO DIFERENÇA PARA O MEU FILHO?

Em um mundo globalizado, é importante criar os filhos fora de uma bolha, trabalhar para desenvolver a independência deles é de grande importância pessoal, acadêmica e profissional. É no agora que a criança e o adolescente podem se preparar para o futuro, e o papel do pai e da mãe é determinante para que eles sigam um caminho de sucesso.

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