Flamengo investe mais de R$ 3 milhões em novos jogadores, mas não emplaca

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A utilização de Vitinho na posição de centroavante contra o Cruzeiro escancarou um problema que não é novo no Flamengo.

A dificuldade de um jogador emplacar na posição e de o ataque, de forma geral, funcionar para marcar os gols necessários. Hoje, o clube desembolsa sonoros R$ 3 milhões por mês com os seis jogadores de frente disponíveis no plantel. Nenhum deles conseguiu ter sequência. A exceção é Henrique Dourado, com 34 jogos, 11 gols, e candidato a retomar o posto nas próximas partidas pelo Brasileiro.

Em tese contratado para repor a saída de Paolo Guerrero, o colombiano Fernando Uribe sequer foi relacionado contra o Cruzeiro e simboliza bem a dificuldade no setor. Ainda em adaptação, custou R$ 6 milhões. E tem apenas um gol em oito jogos. Vitinho também chegou agora e em nove partidas ainda não balançou as redes. Ele é o mais caro do elenco, e da atual administração. Cerca de R$ 45 milhões.

Dos que já estavam no elenco, Lincoln é o mais barato. Prata da casa, fez dois gols, mas não recebe chances em sequência. Emprestado pelo Manchester City, Marlos Moreno começou a receber oportunidades e tem crescido. Mas segue sem marcar gols em 27 jogos. O jejum na carreira dura dois anos. Em vias de se despedir ao fim do empréstimo em dezembro, Geuvânio nunca se firmou, apesar do alto salário. São apenas dois gols no ano.

Confira o custo-benefício de cada atacante:

  • Vitinho: 9 jogos – 0 gols – R$ 700 mil de salário – Custou R$ 45 milhões
  • Marlos: 27 jogos – 0 gols – R$ 300 mil de salário – emprestado pelo Manchester City
  • Dourado: 34 jogos -11 gols – R$ 500 mil de salário – Custou R$ 12 milhões
  • Uribe: 8 jogos – 1 gol – R$ 600 mil de salário – Custou R$ 6 milhões
  • Geuvânio: 18 jogos – 2 gols – R$ 600 mil de salário – Emprestado pelo Tianjin Quanjian
  • Lincoln: 17 jogos – 2 gols – R$ 100 mil de salário – Pertence ao clube

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