Professora da Baixada Fluminense conquista a primeira colocação para doutorado na UFF

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A jovem, culta e bela professora do Centro Universitário Uniabeu, Laura Magalhães Andrade, 34 anos, alcançou a primeira colocação no processo seletivo para ingressar no Programa de Pós-Graduação em Justiça Administrativa (PPGJA) da UFF (Universidade Federal Fluminense), realizado nos dias 21, 22 e 23 de março, disputando a vaga com 18 candidatos.

Simpática, carismática e com fala calma e segura, a professora campeã considera a colocação top para o doutorado como a realização de um sonho. Moradora no bairro Jardim Alvorada, em Nova Iguaçu, Laura Magalhães afirma que ser a melhor no concurso é resultado de encarar um grande desafio, da boa preparação e de estar segura e confiante nas etapas do processo seletivo. “O primeiro lugar só veio coroar todo o esforço, dedicação e fé de que podemos atingir tudo o que queremos, basta que lutemos e o façamos com amor. Sempre falo para os meus alunos: Façam o que lhes dá prazer e o sucesso vem naturalmente”, frisa.

Nos próximos quatros anos, período de duração do doutorado, Magalhães estará debruçada sobre a tese que vai mergulhar acerca dos desafios e alternativas de gestão integrada e sustentável de parques urbanos, tomando-se como estudo empírico o parque da Quinta da Boa Vista. Professora da Uniabeu e da UFRJ, advogada e educadora ambiental, Magalhães é uma entusiasta pela educação e por um mundo melhor. Mestre em Direito e Políticas Públicas pela UNIRIO (Universidade Federal do Rio de Janeiro), ela coleciona resultados positivos em processos seletivos.

Somente no ano 2016, ela ficou em 3º lugar no concurso para professora de Direito Civil da UFRJ, a mesma colocação aconteceu no processo seletivo para professora de Noções de Direito do Colégio Pedro II. Em 2015, é contratada para o cargo de docente do curso profissionalizante Gestão Jurídica da ABEU (Associação Brasileira de Ensino Superior) depois de passar pelo processo seletivo. Aliás, a bela do Direito fala com carinho da ABEU. “A minha vida escolar, grande parte da minha infância – ensino fundamental – foi vivida na ABEU, unidade Nilópolis. Tenho respeito e carinho enormes pela instituição, pelos professores e por toda equipe de apoio”, destaca.

Autora de vários artigos e palestrante em diversos eventos ligados à educação ambiental, a professora, que é torcedora do Flamengo e da escola de samba Beija-Flor, curte ler, ir ao cinema, à praia, pilates e ouvir boa música, principalmente MPB e Rock. Para os que querem chegar ao mesmo sucesso, o conselho da campeã é: “A dica é perseverar e buscar pesquisar aquilo que lhe traz prazer, curiosidade e desafio. A leitura e a capacidade de aprendizagem devem ser constantes, pois devemos ser eternos estudantes”, filosofa Magalhães.

Movida por desafios, Magalhães já apontou para o próximo. “O novo desafio será conquistar um espaço como professora efetiva de uma instituição de ensino superior”, conta. Ela pretende, ao mesmo tempo, apresentar a tese para os gestores públicos como uma contribuição à promoção de alternativas de gestão sustentável de espaços públicos, além de transformar a tese em livro.

Ao ser questionada se morar na Baixada Fluminense é também um desafio a mais para avançar no mundo científico, Magalhães disse considerar que sim, apesar de algumas instituições de ensino superior terem se instalado na região, como a UFRRJ e o IFRJ. “O desafio está nas poucas vagas oferecidas aqui e a necessidade de deslocamento para o Rio de Janeiro ou Niterói, além dos altos custos com transporte e alimentação, mas é importante deixar claro que possível superar todas as barreiras”, avalia.

Outro fator determinante para Magalhães subir a escada do mundo acadêmico é o exemplo da sua mãe, Iracema irene Magalhães. Ela também foi professora da Uniabeu e sempre incentivou a filha nos meus projetos de vida voltados para a educação. “Minha mãe é minha fonte de inspiração, meu porto seguro e meu espelho no trato com os alunos”, enfatiza Magalhães.

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