Ônibus queimados no Rio e Baixada

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A Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), entidade sindical que representa as empresas de ônibus, informou, após os ataques a coletivos na sexta-feira (14) e madrugada de sábado (15), que o RJ chegou a 29 veículos destruídos.

Só nesses dois dias, foram dez casos de ônibus destruídos: sete em Nova Iguaçu, um em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e outros dois em Macaé e Araruama, na Região dos Lagos.

Em nota, a Fetranspor repudiou os ataques e informou que cada ônibus incendiado pode levar até seis meses, entre encomenda, montagem, entrega e licenciamento do veículo. Enquanto os novos ônibus não chegam, só na capital, deixam de ser transportados 70 mil passageiros, quando se fala nos modelos urbanos. Se considerado coletivos artivulados, são 210 mil.

Em 2016, 43 ônibus foram incendiados. Desta forma, no último ano, o custo de reposição da frota superou R$ 19 milhões.

Noite de terror na Baixada

A Baixada Fluminense viveu momentos de terror nesta sexta-feira à noite e madrugada de sábado. Ao todo, quatro pessoas foram baleadas, segundo a Polícia Militar. Uma das vítimas é uma bebê de um ano e oito meses. Além disso, sete ônibus foram incendiados durante protestos de moradores em Duque de Caxias e Nova Iguaçu

A antiga Estrada de Madureira, importante via da região, ficou fechada por oito horas. A circulação de coletivos só foi normalizada nesta manhã.

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