Moradores de Piabetá pedem Socorro ao 34º BPM

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Moradores do centro de Piabetá, em Magé, na Baixada Fluminense, têm sofrido com um problema que, infelizmente, aumenta a cada dia: assaltos. Até quando os governantes ficarão inertes? 

Ruas que eram tidas como tranquilas hoje são conhecidas pelos ataques de assaltantes que em sua grande maioria, atacam com motos e sempre em dupla, além é claro do uso de carros roubados, a serviço de novas investidas criminosas nas redondezas.

A rua J, que liga Fragoso a Piabetá, Além de ruas do bairro Ilha, também no sexto distrito estão deixando todos assustados, e em sua maioria trancados dentro de suas próprias residencias. “É triste ver como minha cidade mudou, e constatar que não foi pra melhor é que nos enche de revolta! Fomos abandonados a nossa própria sorte”. Explica um morador da rua Guarani, importante e movimentada via que liga o centro de Piabetá, no município de Magé.

Diversos moradores da até então pacata Raiz da Serra, lugar de natureza exuberante, árvores centenárias e lindas paisagens. Sim! Até eles se queixam dos assaltos e abusos da marginalidade, e reclamam que os assaltos tem acontecido perto da companhia de polícia militar da área. Até a terra do gênio Mané, nosso querido Garrincha tem sofrido com a malandragem dos assaltantes na região.

É bom que se lembre que nossos policiais vão lutando como podem, salários atrasados, falta de investimentos, todo a atenção para a cidade da Copa, enquanto isso cidades do entorno vão sendo esquecidas, explica uma moradora que reside a mais de trinta anos em Piabetá. Que fecha com um pergunta perturbadora: Até quando vamos ser ignorados e entregues a marginalidade, até quando?


Fonte: NDM online

 

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