20 dicas para economizar no supermercado

Como economizar e comprar tudo que precisa?

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comprar baixada fluminense

A conta do supermercado não está cabendo no bolso? Os preços subiram, sim, mas será que você não está errando no jeito de fazer as compras ou jogando dinheiro fora?

Confira dicas para economizar na hora de encher o carrinho. As sugestões são de Lélio Braga Calhau, promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais e coordenador do site Educação Financeira para Todos (educacaofinanceiraparatodos.com).

 

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1 Defina seu limite

Estipule um valor máximo para gastar na sua compra. Lembre-se de que é você quem prioriza as necessidades na sua vida, não as “promoções” de um estabelecimento comercial. Ao atingir o limite que você fixou, pare de comprar.
iStock
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2 Faça uma lista de compras

Elabore uma lista prévia do que você realmente precisa e, mais importante, siga-a com disciplina. Planejamento evita desperdícios, como comprar produtos repetido, por impulso ou em quantidade maior do que o necessário.
Samy Adghirni – 2 mar. 2016/Folhapress
Samy Adghirni - 2 mar. 2016/Folhapress

3 Organize a lista por seção do supermercado

Seja organizado já na lista de compras, agrupando produtos que ficam próximos –por exemplo: produtos de limpeza, higiene pessoal, enlatados etc.. O resultado: uma experiência mais rápida, objetiva e fugindo das compras por impulso.
Silvia Zamboni\Folhapress
Silvia Zamboni\Folhapress

4 Pesquise os preços, inclusive em atacadões e ‘atacarejos’

Faça uma pesquisa de preços antes de decidir onde vai fazer as compras. Considere também comprar em atacadões e atacarejos, que prestam um serviço mais simples e, em contrapartida, tendem a oferecer preços finais menores para o consumidor. Se a família for grande, talvez compense comprar nos atacados.
Getty Images
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5 Prefira comprar na segunda quinzena do mês

A maioria dos consumidores compra no início do mês. Na segunda quinzena há uma queda normal de vendas, e as empresas ficam mais propícias a fazer promoções para melhorar o fluxo de caixa.
Paulo Nicolella / Ag. O Globo
Paulo Nicolella / Ag. O Globo

6 Evite ir ao supermercado lotado

O excesso de gente pode gerar um falso “senso de urgência” no consumidor e fazê-lo comprar mais do que o necessário ou sem pensar antes.
Thinkstock/Getty Images
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7 Nunca vá às compras com fome

A fome atrapalha na hora de calcular a quantidade de produtos de que você realmente precisa. Resultado: acaba comprando coisas demais. Ou, então, cai na tentação e compra alimentos que não estavam na lista.
Thinkstock
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8 Levar a(s) criança(s) ou não?

Se for sem a(s) criança(s), você evita a pressão para comprar produtos supérfluos, já que os pequenos são alvos fáceis para o marketing. Por outro lado, se levá-la(s), tem a chance de ensinar que não se pode comprar tudo o que quer.
Divulgação
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9 Não vá ao supermercado passear

Ficar andando com o carrinho pelos corredores é um prato cheio para cair na armadilha das compras por impulso. Supermercado não é lugar de passear. Só vá se precisa mesmo comprar alguma coisa. Entre, faça suas compras e tchau.
Thinkstock
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10 Cuidado com os truques e ‘armadilhas’ de marketing

Tudo no supermercado é feito para você gastar mais: a música, a claridade, os corredores longos, a posição dos produtos etc.. Chocolates e doces costumam ser colocados ao alcance das crianças. Produtos essenciais costumam ficar no fundo para fazer o consumidor percorrer todos os setores.
Shutterstock
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11 Leve uma calculadora

Leve sua calculadora e confira com cuidado se os preços são bons para você. Além do preço, considere a quantidade. Por exemplo, o produto X custa R$ 5 e o Y, R$ 8, mas o X tem 500 gramas e o Y, 1 quilo. Fazendo as contas, o Y é mais vantajoso.
Fernando Lemos / Ag. O Globo
Fernando Lemos / Ag. O Globo

12 Não caia no conto do ‘chamariz’

Às vezes, os supermercados baixam os preços de alguns itens mais vendidos para dar a impressão de que tudo ali está barato e atrair mais clientes. Na verdade, há preços altos “escondidos” no meio de outros produtos.
Aiana Freitas/UOL
Aiana Freitas/UOL

13 Preços menores, só que não

Cuidado com os preços “quebrados”, geralmente terminados em 9. Eles tentam confundir o consumidor e dar a falsa impressão de que são menores do que realmente são.
Rodrigo Teixeira/UOL
Rodrigo Teixeira/UOL

14 Fique de olho nos ‘produtos da estação’

Se notar que alguns produtos tiveram queda de preço, aproveite para comprá-los. Por outro lado, evite aqueles que subiram muito. Nesse caso, vale até desrespeitar a lista de compras para aproveitar os preços de ocasião.
Folhapress
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15 Além do preço, avalie a qualidade

Nem sempre o mais caro é o melhor e o mais barato, o pior. Também nem sempre vale a pena optar pelo mais barato para economizar se o produto não for de qualidade. Fique de olho em notícias, redes sociais e fóruns de consumidores. Evite produtos ou empresas com muitas queixas.
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16 Cheque a validade e aproveite ofertas

Em geral, produtos perto de vencer ficam na parte da frente das gôndolas e prateleiras. Se for levar quantidade maior ou demorar para consumir, opte por prazos de validade maiores. Alguns lugares dão desconto em produtos próximos ao vencimento; pode ser uma boa opção se você for consumir logo.
Reprodução/UOL
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17 Cuidado com a ‘compra casada’

Queijo com goiabada, macarrão com queijo, pães e frios. Supermercados tendem a colocar lado a lado produtos que se complementam para estimular a compra. Você deve refletir se compensa ou não levar os dois, se já tem em casa ou se há outras combinações mais baratas e até mais apetitosas.
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18 Use o carrinho com moderação

Pesquisas apontam uma tendência em comprar “até tampar o carrinho” e eles até ficaram maiores nos últimos anos. Evite carrinhos grandes demais e lembre-se de que não é preciso enchê-lo.
Reprodução/Peninsula Clarion
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19 Confira os preços ao passar pelo caixa

É mais comum do que se imagina: o valor que estava marcado na prateleira vira outro quando se chega ao caixa. Além de conferir a etiqueta, confira pesos nas balanças e os preços ao passar a compra no caixa.
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20 Pague no débito ou à vista

Prefira pagar no cartão de débito ou à vista e evite jogar a despesa para frente. Isso evita a “surpresa” quanto a fatura do cartão de crédito chega e o efeito bola-de-neve nas dívidas do consumidor.

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